Petróleo dispara com tensão Irã-EUA e leva Petrobras a puxar o Ibovespa
O petróleo disparou nesta segunda-feira (31) depois que Estados Unidos e Irã retomaram ataques, e a onda pegou a bolsa brasileira de jeito. A Petrobras liderou o movimento: as ações ordinárias (PETR3) subiram 4,2%, a R$ 50,20, e as preferenciais (PETR4) avançaram 3,4%, a R$ 45,02. Outras produtoras de petróleo acompanharam a alta: Prio subiu 3,5%, PetroReconcavo 2,45% e Brava Energia 0,8%. Com o peso das petroleiras na carteira, o Ibovespa fechou em alta firme e chegou a bater 178.586 pontos na máxima do dia, descolando das bolsas de Ásia, Europa e Wall Street, que fecharam no vermelho pela mesma tensão geopolítica. O índice terminou o pregão em 177.419 pontos, alta de 1% no dia. O movimento apagou quase toda a perda acumulada em agosto, que chegou a marcar 6,5% negativos no dia 18 antes de a bolsa virar o jogo. No fim das contas, o mês fechou com recuo de apenas 0,33%, e no ano o Ibovespa já avança 10%. O dólar acompanhou o alívio e caiu 0,28%, a R$ 5,18, também influenciado pelo exterior. No ano, a moeda já perde 5,6% frente ao real, embora em agosto tenha avançado mais de 2%. O fluxo estrangeiro seguiu sendo o maior detrator da bolsa no mês, mesmo com a virada de última hora. No mercado de juros, o alívio também apareceu: as taxas dos títulos IPCA+ do Tesouro Direto caíram ao longo da semana, mesmo com os títulos públicos americanos de 10 anos batendo o maior patamar desde junho de 2025, pressionados pela mesma tensão entre Irã e Estados Unidos.
Quem tem ação de petroleira ou fundo atrelado ao Ibovespa viu o resultado do mês virar em poucos dias, e o dólar mais barato ajuda quem viaja ou importa.
Fonte: Valor Investe
Dois lados da xícara ▲ Ganha Petrobras e petroleiras independentes (Prio, PetroReconcavo, Brava Energia), que subiram com o petróleo mais caro | ▼ Perde {} |
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Bitcoin tem melhor agosto desde 2017
O Bitcoin encerrou agosto com valorização próxima de 26%, na faixa dos US$ 79 mil, o melhor desempenho do mês desde 2017, quando o ativo disparou 60%. O resultado chama atenção porque agosto costuma ser um mês ruim para o Bitcoin, e vem depois de meses de desempenho morno e de uma alta modesta em julho. Com a recuperação, o ativo reduziu bastante a perda acumulada no ano, que agora está em cerca de 10%, depois de meses de pressão. Segundo Pedro Fontes, analista do Mercado Bitcoin, esta é apenas a quarta vez que o ativo termina agosto em alta.
Quem segurou Bitcoin no ano viu o prejuízo encolher bastante num único mês.
Fonte: Valor Investe
A dose exata O Bitcoin fechou agosto com alta de 26%, o melhor resultado do mês desde 2017. |
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