Ibovespa dispara 3% e passa dos 185 mil pontos com eleição mais apertada
O Ibovespa fechou a quarta-feira (2) com alta de 3,05%, aos 185.205,09 pontos, o maior nível em quatro meses e a 11ª sessão seguida de ganhos. Durante o pregão, o índice chegou a superar os 186 mil pontos, segundo o Money Times, ampliando os ganhos da semana para 5,4%, de acordo com o Valor Investe. O gatilho foi a nova pesquisa Quaest divulgada no mesmo dia: Lula aparece com 37% das intenções de voto no primeiro turno, Flávio Bolsonaro com 30% e Augusto Cury com 10%. No segundo turno, a distância entre Lula e Flávio caiu para apenas um ponto percentual, mostra o levantamento citado pelo Valor Investe. O mercado passou a precificar um cenário eleitoral bem mais aberto do que se imaginava até pouco tempo atrás, o que reduziu parte do prêmio de risco embutido nos ativos brasileiros. O dólar recuou a R$ 5,10 no mesmo pregão. Wall Street também deu força ao movimento: os índices americanos fecharam em alta com alívio nos rendimentos dos Treasuries, interrompendo uma sequência de três pregões seguidos de queda, segundo o Money Times. Nem todo mundo subiu junto: Cosan (CSAN3) e Rumo (RAIL3) foram as duas únicas ações do Ibovespa no vermelho no dia, pressionadas pelos juros altos e pela dívida do grupo, com quedas de 4,5% e 4,2%.
Eleição mais disputada muda a leitura de risco do mercado e mexe direto no bolso de quem tem ações, fundos ou dólar guardado.
Fonte: Money Times
Dois lados da xícara ▲ Ganha Quem tem ações na bolsa brasileira, com o Ibovespa em alta de 5,4% na semana | ▼ Perde Acionistas de Cosan e Rumo, únicas quedas do Ibovespa no dia, pressionadas pela dívida |
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CSN troca de comando após 25 anos com Steinbruch
 A CSN (CSNA3) tem novo CEO a partir desta quinta-feira (3): Fabio Schvartsman, que presidiu a Vale entre 2017 e 2019, assume o posto que era de Benjamin Steinbruch, segundo o Valor Investe. Steinbruch, de 73 anos, passou 25 anos como CEO da companhia e não sai da CSN: ele reassume a presidência do conselho de administração, cargo que já ocupou por 28 anos, entre 1995 e a fase em que virou CEO, de acordo com o Brazil Journal. A sucessão já vinha sendo planejada havia pelo menos três anos, segundo o Valor Investe, o que indica uma transição preparada e não uma saída repentina. O Money Times descreve a troca como o fim de uma era na siderúrgica, encerrando 24 anos de Steinbruch à frente do dia a dia da companhia.
Quem acompanha CSNA3 passa a ter, no comando operacional, um executivo com histórico recente na Vale.
Fonte: Valor Investe
A dose exata Steinbruch comandou a CSN por 25 anos antes de passar o cargo de CEO a Schvartsman nesta quinta-feira. |
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