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Bom dia, cafeinado.
A campanha eleitoral esquentou de vez no fim de semana: São Paulo teve o primeiro confronto direto entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad, o Rio teve debate sem o favorito nas pesquisas e o Ceará virou palco de acusação pesada envolvendo facção criminosa. Café na mão que o resumo do fim de semana político é longo. Vira o shot. ☕
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Mercado
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Preço |
ontem | 7d | 12m |
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Ibovespa |
172.513 |
▼ 1.7% | ▼ 3.1% | ▲ 26.4% |
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S&P 500 |
7.758 |
▲ 0.6% | ▲ 3.6% | ▲ 21.4% |
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Dólar |
R$ 5,08 |
▼ 0.7% | ▲ 0.2% | ▼ 6.4% |
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Bitcoin |
US$ 64.969 |
▲ 0.1% | ▲ 1.4% | ▼ 45.5% |
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Selic |
14,00% |
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No shot de hoje | 🗳️ | Tarcísio x Haddad em SP |
| 🚫 | Moro trava redes após debate no PR |
| 🍮 | Paes vira alvo mesmo ausente no Rio |
| 💰 | Agenda da semana: Focus, Copom e CPI dos EUA |
| 🎰 | Mega-Sena de R$ 165 milhões sai em Fortaleza |
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I · A Manchete
Tarcísio e Haddad transformam debate em SP em prévia de disputa nacional
O primeiro encontro direto entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad, promovido pela Band neste domingo, teve o clima raro de civilidade (com direito a cumprimento longo e tapinha no ombro ao final) mas o conteúdo foi de embate duro sobre gestão e projeto nacional. Educação, segurança, privatizações e a relação de São Paulo com o governo federal dominaram os mais de duas horas de confronto. Na educação, Tarcísio anunciou que o estado lançará o programa Educação com IA e vai avançar no ensino integral. Haddad rebateu dizendo que o governador herdou São Paulo na terceira colocação em ranking educacional e está entregando na 10ª posição. Na segurança, Haddad afirmou que membros da Polícia Militar paulista, sob gestão de Tarcísio, mantinham vínculo com o PCC, e cobrou do governador um discurso mais firme sobre feminicídio e racismo. Na economia, Tarcísio criticou a gestão do PT, e Haddad aconselhou publicamente a não indicar Roberto Campos Neto para cargos futuros. O tarifaço dos Estados Unidos também entrou na briga: Haddad acusou a direita de apoiar o agressor, enquanto Tarcísio destacou as medidas de apoio que o estado já tomou para os exportadores. Nos bastidores, o debate teve ainda um episódio à parte: um cinegrafista da GloboNews foi retirado do estúdio após dar uma cabeçada em um repórter durante a movimentação da imprensa para registrar os bastidores.
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Por que importa
O confronto em São Paulo já funciona como ensaio da disputa presidencial de 2026, e as posições dos dois candidatos em segurança, educação e economia vão pautar o debate nacional nas próximas semanas. |
InfoMoney →
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O número do dia
R$ 165 milhões
Foi o prêmio da Mega-Sena 3042, sorteado no Dia dos Pais para uma única aposta feita em Fortaleza. É o segundo maior valor pago pela loteria neste ano, atrás apenas dos R$ 336 milhões da edição especial de 30 anos.
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II · O Essencial
 Eleições PR
Moro restringe redes sociais após ser chamado de "fujão" em debate no Paraná Sergio Moro passou a restringir o acesso às próprias redes sociais depois de ser chamado de fujão durante o debate eleitoral no Paraná. O ex-juiz usou as publicações para acusar adversários de terem combinado uma ação conjunta contra ele durante o evento. O episódio mostra como os debates estaduais deste fim de semana serviram também como palco de desgaste pessoal entre candidatos, para além da disputa de propostas. A repercussão nas redes segue como um termômetro paralelo ao desempenho nos estúdios, e tende a alimentar a cobertura da campanha paranaense nos próximos dias.
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O que significa: Ataques pessoais em debates estaduais já geram efeito imediato nas redes, antecipando o tom mais agressivo que a campanha deve ganhar daqui pra frente. |
InfoMoney →
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 Eleições RJ
Ausente, Eduardo Paes vira alvo principal do primeiro debate no Rio O primeiro debate para o governo do Rio de Janeiro teve um protagonista que nem estava lá: Eduardo Paes, líder nas pesquisas, foi chamado de homem geleia pelos adversários presentes e se tornou o principal alvo de críticas mesmo sem participar do confronto. Os candidatos presentes usaram o espaço para atacar a gestão fluminense, citando a queda pela terceira vez seguida do estado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e cobrando mais eficiência do serviço público, com frases como servidor público não pode ficar de pires na mão. A estratégia de ausência de Paes reproduz um manual comum de quem lidera pesquisas: evitar desgaste em confrontos diretos. Mas a repercussão do apelido e das críticas mostra que essa escolha tem custo político mesmo à distância.
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O que significa: Ficar de fora do debate não livra o favorito do desgaste: os adversários usam a ausência para reforçar críticas à gestão sem contraponto direto. |
InfoMoney →
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 Mercados
Semana tem Boletim Focus, ata do Copom e CPI dos EUA A semana de 10 a 14 de agosto concentra uma nova rodada de indicadores de inflação no Brasil e nos Estados Unidos, além da divulgação da ata da última reunião do Copom. A agenda doméstica começa já hoje, segunda-feira, com o Boletim Focus, que reúne as projeções do mercado para os principais indicadores econômicos. Na mesma semana, encerra-se praticamente a temporada de balanços do segundo trimestre: nesta segunda, Embraer, Itaúsa, Natura, São Martinho e JBS divulgam seus números, e na sexta a vez é de Ânima, Boa Safra, PicPay e Copasa, entre outras. É uma semana carregada para quem acompanha juros e inflação, com potencial de mexer no humor do mercado local e no dólar dependendo do tom da ata do Copom e do dado de inflação americano.
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O que significa: Quem investe em renda fixa ou ações deve ficar de olho nos números de inflação e nos balanços: são eles que vão dar o tom dos próximos movimentos de juros e preços de ativos. |
Money Times →
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 Bolso do trabalhador
Vale-refeição já dura menos de 10 dias por mês O vale-refeição perdeu poder de compra de forma significativa: segundo levantamento da Pluxee, o benefício durou em média apenas nove dias úteis no primeiro semestre deste ano, ante dez dias em 2025 e 18 dias em 2019. O preço médio de uma refeição no Brasil chegou a R$ 44,69, enquanto o valor médio do vale-refeição concedido pelas empresas é de R$ 583,75. Para cobrir um mês inteiro de 22 dias úteis com um almoço por dia, seria necessário um valor bem mais alto do que o oferecido hoje. A conta explicita o descompasso entre o custo de vida e o valor dos benefícios corporativos, que não têm acompanhado a alta do preço da alimentação fora de casa nos últimos anos.
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O que significa: Quem depende do vale-refeição para o almoço precisa complementar do próprio bolso por mais da metade do mês, um efeito direto da inflação de alimentação fora de casa. |
Valor Investe →
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