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Espresso Klabin A Klabin (KLBN11) renegociou os financiamentos do Projeto Puma II, esticando prazos de 2032 para 2034 (A Loan) e de 2029 para 2033 (B Loan), com redução do custo financeiro da dívida. → Eneva O Itaú Unibanco (ITUB4) fez um aporte adicional de cerca de R$ 1,77 bilhão na Eneva Participações III, por meio de novas ações preferenciais, informou a Eneva (ENEV3). → Rodovias O ministro dos Transportes, George Santoro, apresentou uma carteira de 36 novos leilões de rodovias que podem ser realizados até 2030. →
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Daly, do Fed, vê novos aumentos de juros, mas sem urgência para a reunião de outubro
 O Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) provavelmente precisará elevar ainda mais as taxas de juros de curto prazo para conter uma inflação excessivamente alta, afirmou a presidente do Fed de San Francisco, Mary Daly. A declaração saiu em entrevista exclusiva à Reuters, concedida na quarta-feira (14). Daly sinalizou, porém, que não há necessidade de agir na reunião marcada para 27 e 28 de outubro. Segundo ela, o momento certo para os ajustes adicionais ainda está em deliberação, e não há urgência em decidir naquela data. Os juros longos americanos também seguem em evidência. A Exame Invest destacou que as taxas do título do Tesouro dos EUA de 30 anos se aproximaram da faixa dos 5,7%, o maior nível desde 2002, o que pode pressionar o câmbio. Na quinta, os rendimentos dos Treasuries operavam em queda, conforme o Valor Investe. Na véspera, porém, o avanço deles havia contaminado os títulos brasileiros, o que mostra como os juros dos EUA chegam ao preço da renda fixa por aqui.
Novo aumento de juros nos EUA segue no horizonte, mas não precisa vir na reunião de 27 e 28 de outubro, segundo Daly.
Fonte: Valor Investe
Ouvido no balcão É mais provável que precisemos de ajustes adicionais, mas, para mim, o momento certo para esses ajustes ainda está sendo deliberado Mary Daly, presidente do Fed de San Francisco, em entrevista à Reuters |
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Datafolha: Flávio tem 47%, Lula 45%, e a diferença cai de quatro para dois pontos
 A dez dias do segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 47% das intenções de voto e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 45%, segundo pesquisa Datafolha divulgada na quinta (15). Os dois candidatos estão em empate técnico. Em uma semana, a diferença passou de quatro pontos percentuais para dois: na rodada anterior, Flávio tinha 49% e Lula, 45%. Brancos e nulos somam 6% (eram 5%) e indecisos, 2% (eram 1%). Nos votos válidos, que excluem brancos e nulos, Flávio lidera por 51% a 49%. O Datafolha ouviu 2.520 pessoas de 16 anos ou mais, nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa também perguntou, sem alternativas, qual é o principal problema do País. Violência e segurança pública lideram com 20%, seguidas de Saúde (18%), Economia (15%), Corrupção (7%) e Educação (6%). No mesmo dia, em entrevista à TV Globo, Lula disse acreditar em um acordo com os EUA sobre as tarifas aplicadas a produtos brasileiros, sem descartar reciprocidade. Ele lembrou que o comércio com os EUA caiu, mas cresceu com a China e a União Europeia.
Com empate técnico a dez dias do segundo turno, cada pesquisa nova passa a pesar no humor do mercado, como na quinta.
Fonte: Valor Investe
Dois lados da xícara ▲ Ganha Lula: a distância para Flávio Bolsonaro caiu de quatro para dois pontos em uma semana. | ▼ Perde Flávio Bolsonaro: caiu de 49% para 47% e viu a vantagem virar empate técnico. |
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Dez ações de tecnologia explicam cerca de 70% da alta de 22% do S&P 500 desde março
 O S&P 500 opera perto da máxima histórica, mas a alta está localizada em pouquíssimos papéis, um nível de concentração que o Brazil Journal descreve como jamais visto no mercado americano. Desde a mínima de março, no início da guerra no Irã, o índice já subiu 22%. Cerca de 70% dessa valorização é explicada pelo desempenho de dez ações, todas de empresas de tecnologia, como Nvidia, Apple e Microsoft. Em conta simples sobre esses números, algo perto de 15 dos 22 pontos percentuais da alta vêm do grupo de dez. Sobram cerca de 7 pontos para todas as demais empresas do índice. O apelido “S&P 10”, que dá título à reportagem, resume o quadro: a alta do índice de 500 empresas depende, na prática, de dez delas.
O índice de 500 empresas depende hoje de dez ações de tecnologia, e quem investe nele carrega essa concentração.
Fonte: Brazil Journal
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Mercado: Ibovespa, dólar e juros futuros reagem à tarifa zero e à pesquisa Datafolha, depois do recuo de 1% do Ibovespa na quinta. Hoje · Meta: termina o prazo de 24 horas dado pelo TSE para cessar anúncios eleitorais não contratados pelas campanhas de Lula e Flávio. Próximos dias · Sanção do projeto dos MEIs, que seguiu do Senado para o presidente. 27 e 28/10 · Reunião do Fed: Mary Daly diz não ver urgência para decidir um novo aumento de juros na data.
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Pra viagem Abra a lista de posições do seu fundo ou ETF de ações americanas e some o peso das dez maiores. Perdão de dívidas, passe livre e uma bolsa sustentada por dez ações: o dia girou em torno de quem carrega o peso e de quem promete aliviá-lo. Resta saber quanto desse alívio o mercado já cobrou nos juros. |
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