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Bom dia, cafeinado.
O último debate antes do primeiro turno em São Paulo devia ser sobre saúde e segurança, mas virou discussão sobre situação fiscal e até sobre uma varejista na bolsa. Vira o shot. ☕
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Mercado
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Preço |
ontem | 7d | 12m |
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Ibovespa |
183.828 |
▲ 0.5% | ▼ 1.9% | ▲ 25.6% |
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S&P 500 |
7.671 |
▼ 0.2% | ▼ 1.2% | ▲ 14.7% |
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Dólar |
R$ 5,20 |
▼ 0.4% | ▲ 2.0% | ▼ 2.2% |
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Bitcoin |
US$ 83.252 |
▼ 0.3% | ▼ 1.3% | ▼ 27.0% |
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Selic |
13,75% |
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No shot de hoje · toque pra pular
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No debate final antes da eleição, economia domina discussão sobre São Paulo
O último debate entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad antes do primeiro turno de domingo (04/10), promovido pela Globo, começou como esperado: segurança pública. Haddad citou núcleo de inteligência do Comando Vermelho em Piracicaba e trouxe o PCC pra discussão sobre o estado. No segundo bloco, o rumo mudou. Em vez de saúde ou educação estadual, o debate passou pela situação fiscal do país, com a varejista Casas Bahia (BHIA3) entrando como exemplo na troca de acusações sobre gestão. Quem assistia esperando propostas pra São Paulo viu o debate presidencial de 2030 sendo ensaiado com quatro anos de antecedência: já não se discute só o governo estadual, e sim o rumo econômico nacional puxado pelos dois nomes mais cotados pra sucessão. O episódio reforça um padrão desta eleição: candidatos estaduais usando o palco pra disputa nacional. Isso pesa na decisão de domingo, quando o leitor for às urnas pensando não só no estado, mas no que cada um representa pro país.
O debate mostrou que a disputa por São Paulo já carrega peso de corrida presidencial, o que muda o cálculo de quem for votar domingo.
Fonte: Money Times
Dois lados da xícara ▲ Ganha Haddad, que abriu o debate com segurança pública, terreno que domina no discurso, citando o Comando Vermelho em Piracicaba. | ▼ Perde Tarcísio, que viu o debate estadual escorregar pra fiscal nacional, tema mais desconfortável pra quem governa hoje. |
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Desemprego cai a mínima histórica, mas sinal de desaceleração aparece
A taxa de desemprego medida pelo IBGE ficou em 5,3% no trimestre encerrado em agosto, a menor pra esse período desde o início da série, em 2012. Ao mesmo tempo, dados do Ministério do Trabalho mostram sinais de perda de fôlego na criação de vagas. A combinação (emprego ainda forte, mas desacelerando) é exatamente o que o Banco Central queria ver pra manter o corte gradual da Selic. Cautela continua, mas sem motivo novo pra travar o ciclo. Na bolsa, os dados de emprego ajudaram a destravar o pregão de terça-feira, que operava em compasso de espera antes do primeiro turno. O Ibovespa fechou em alta de 0,46%, aos 183.828 pontos.
Sinal de que a Selic segue no caminho de corte gradual, sem susto pro crédito nem pro consumo do cafeinado.
Fonte: Valor Investe
A dose exata Com desemprego em 5,3%, a menor marca da série histórica desde 2012, o mercado de trabalho ainda sustenta o consumo mesmo com a desaceleração. |
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